Veja as palavras do Grão-Mestre com referência a comemoração dos 3 anos da fundação da Glomeb, é um interessante texto.


GLOMEB_COMPLETA_TRES__ANOS_DE_ATIVIDADES_MACONICAS.pdf





As Guildas dos Construtuores Antigos

Belíssimo Artigo histórico compilado, corrigido e organizado pelo Professor Tullio Luigi Farini.

(Texto com fotos, acesse este link para ler e ver as fotos, vale a pena)
As_guildas_de_construtores_da_maconaria.doc



Artigos copiados da Internet e com correção ortográfica por Tullio Luigi Farini – Professor de Literatura.

Literatura

A Emblemática Opus Dei

Associação de militantes católicos que eficazmente concilia princípios cristãos e capitalismo. Em qualquer que seja o regime político, a Opus Dei defende uma concepção  imóvel de ordem moral. Criada em Madri em 1928 denotando o encontro de um padre espanhol consigo mesmo e com sua época  marcada  pelo fascismo na Europa e do surgimento do anticlericalismo.  A  Opus Dei  surge como organização ao redor  dos leigos que irão viver sua fé, discretamente, ou mesmo secretamente, sem  arriscar-se à perseguição.  O objetivo da organização,  a princípio, foi animar a  fé  cristã  numa  Espanha seduzida  pela  maçonaria  e  o  marxismo, e  ao mesmo tempo,  reanimar a fé  cristã sobre  a  face  da terra.

José Maria Escrivá, fundador da Opus Dei, nasceu  em 1902,  é  ordenado em  1925 e  se infiltra com  sucesso nas altas esferas do Vaticano.   Em 1947 a organização torna-se o primeiro instituto secular de Direito Pontifical.  Em  1982, após 35 anos de trabalho obtêm um estatuto jurídico único do qual ela é  a única a se beneficiar  (Prelatura Nullius), isto é, atada ao papa diretamente, beneficiando-se de atributos de uma verdadeira diocese, mas sem limites territoriais.

 

A Opus Dei funciona segundo uma hierarquia tripartida (tríplice), uma feminina, uma masculina e o clero como cabeça da organização, porém  os leigos formando a grande parte dos membros. Na divisão dos membros:

1. Os Numerários: Elite da Opus Dei, os intelectuais que “....deverão encarnar na sua formação e na sua pessoa a unidade da fé e da ciência...”

2. Os Associados: De origem social e profissional diversa e obrigações menos rigorosas


3. Os Sobre numerários: De origem social e profissional diversas, das fileiras masculinas e femininas, leigos casados e com a possibilidade de ser. Deverão respeitar as obrigações de obediência e pobreza e com os Associados (2) poderão ser solicitados para o sacerdócio. Os eleitos tornar-se-ão membros da Sociedade Sacerdotal da Santa Cruz.


4. Os Cooperadores:  Existem na órbita da Opus Dei, são simpatizantes e deles é exigido uma moral impecável, porém até não cristãos são aceitos. Todos deste grupo pagam uma cotização anual.


Em síntese a Opus Dei fundamenta sua doutrina nos seguintes termos:

- Obediência sempre, martírio sem morte;



- Fé, força, virilidade, homem e na seqüência, anjo;



- Abolição do espírito crítico;



- Crença na confiança em Deus que proporciona a ascensão econômica;

Na sua organização, mescla um espírito de família e exército ao mesmo tempo; tudo isto na feição de um cristianismo medieval. Os seus membros são recrutados de maneira sectária, oriundos da média e alta burguesia de países sociologicamente católicos. 


A Opus Dei se situa na linha das  “holdings” e de conglomerados financeiros que intervém nos circuitos econômicos, escapando cada vez mais dos Estados Nacionais. Ela se comporta como uma máfia ou grupo de pressão capitalista: solidariedade dos membros em  instituições públicas e privadas, nomeação de colaboradores ou empregados de confiança. Esta organização não propõe transformações sociais, mas reforça o capitalismo acima de tudo onde ele já está presente. Ela está diretamente implicada no Conselho Administrativo de bancos, empresas, governos dito liberais, sem contar em escolas, universidades (497 recebem seus investimentos) assim como 52 estações de radio, 12 sociedades de produção cinematográficas e 38 agências de notícias e casernas. Na América Latina ela se consagra a combater o marxismo, a teologia da libertação, as CEBs e os jesuítas. Para assegurar a “ordem cristã” ela está aliada aos USA e a diversas seitas anticomunistas. Ao contrário de outros grupos ultraconservadores no seio da Igreja Católica, a Opus Dei trabalha de mãos dadas com o Papa, tendo como inspiração a Igreja Medieval militante.

 

Opus Dei: o exército do papa

Ela é acusada de ultraconservadora, totalitária e conspiradora.

Texto Mariana Sgarioni e Mauricio Manuel

Imagine sua mente sendo monitorada as 24 horas por dia. Você está num lugar onde não é permitido ver televisão ou ir ao cinema. Até o jornal chega editado às suas mãos. Ninguém pode ter amigos do lado de fora e o contato com a família é restrito.

Pelo menos duas horas por dia, você tem de amarrar um cilício na coxa – espécie de instrumento de tortura com pontas metálicas que machucam a pele. Quanto maior for o seu desconforto, melhor: isso significa que a instituição está exercendo mais controle sobre você. Se doer demais, tudo bem, você poderá trocar de coxa na próxima vez. O importante é que a experiência não passe em branco. Tem de machucar, deixar marcas. Caso contrário, não “faz efeito”.

Castidade

Se tudo isso já parece um pesadelo, saiba que ainda não acabou. Uma vez por semana, você terá também de golpear suas nádegas ou suas costas com um chicote. E ainda passará pelo que é chamado de “sinceridade selvagem”: contar aos seus superiores cada pensamento que passa pela sua cabeça, principalmente aqueles segredos mais íntimos, sobre os quais não se comenta nem no banheiro, de porta fechada e luz apagada. Se você não revelar tudo, mas tudinho mesmo estará mantendo um “segredo com Satanás”.

As situações descritas acima não ocorrem nos porões de uma ditadura ou no ritual de alguma seita satânica, muito pelo contrário. Elas são rotina nas residências do Opus Dei, onde vivem os chamados numerários – membros da organização religiosa que fazem voto de castidade e estão ali por opção, para “santificar” o mundo. A maioria tem profissão e trabalha normalmente, como outra pessoa qualquer. Mas seus salários vão direto para o Opus. Muitos foram recrutados ainda bem jovens.

“O aliciamento acontece na infância ou na juventude, pois é mais fácil doutrinar uma personalidade ainda em formação. Eles começam levando crianças para brincar numa espécie de clube e vão seduzindo aos poucos”, diz um ex-numerário, que só aceitou falar com nossa reportagem mediante o compromisso de não ser identificado. “Eu mesmo convidava colegas de escola para fazer parte do clube. Obedecia ao que o diretor mandava: ‘Não conte que é do Opus. Leve primeiro para conhecer o centro, faça com que a pessoa se envolva’.”

O Opus Dei não é feito só de numerários: há também os supernumerários. Esses podem se casar, ter filhos e viver em suas próprias casas, embora também recorram à penitência física – ou mortificação corporal – como uma forma de controlar instintos pecadores. Uma das funções secretas desses membros, de acordo com os críticos da organização, seria ocupar posições de liderança na sociedade – seja num cargo político, na direção de uma grande empresa, na presidência de um banco, na reitoria de uma universidade ou na chefia de um veículo de comunicação. Do alto desses postos de comando, a capacidade de expansão e o poder de influência do Opus Dei estariam assegurados.

Trabalho

Pode acreditar: numerários e supernumerários estão por toda parte, talvez bem mais perto do que você imagina. Afinal, é justamente essa a proposta do Opus – ser uma legião de homens e mulheres comuns, que se misturam ao mundo real para transformá-lo de dentro para fora. Do motorista de táxi ao ministro de Estado, da dona-de-casa à diretora de uma multinacional, todos devem ser engrenagens e trabalhar silenciosamente pelos objetivos da organização. Como dizia Josemaría Escrivá, fundador do grupo: “Seja santo. Santifique-se em seu trabalho. E santifique os outros com seu trabalho”.

Quem defende a instituição religiosa das acusações de ultraconservadora, totalitária e conspiradora garante que não há nada de errado com suas tradições, muito menos de secreto ou misterioso nas ações de seus integrantes. “Para quem conhece e vivencia o Opus Dei, acima da pirotecnia fica a verdade: ele é uma entidade da Igreja Católica (...) cuja única finalidade é procurar o ideal da vida e de serviço cristão no meio do mundo, mediante a santificação do trabalho profissional, da família e dos deveres cotidianos”, afirma o jurista Ives Gandra Martins, num artigo publicado pelo jornal Folha de S. Paulo em 2005. “O Opus Dei tem como membros e trabalha com pessoas de todas as classes sociais. Ama e defende a liberdade de seus fiéis em todas as questões que a Igreja deixa à livre discussão dos católicos.”

Autonomia

O Opus Dei – expressão em latim que significa “Obra de Deus” – foi fundado pelo sacerdote espanhol Josemaría Escrivá em 1928. Trata-se de uma prelazia pessoal, figura jurídica da Igreja Católica que está prevista no Código de Direito Canônico (a constituição da Igreja). Ela dá aos seus membros o direito de seguir ordens do prelado (o líder máximo do Opus, que fica em Roma), em vez de obedecer à autoridade católica regional. Simplificando grosseiramente, é como se o grupo fosse um braço independente da Igreja, que não deve explicações a mais ninguém além do papa.

“A ascensão do Opus Dei à categoria de prelazia pessoal era o grande sonho de seu fundador”, escreve o jornalista espanhol Juan Bedoya em artigo recente no jornal El País. “Homem de grandes ambições, Escrivá queria livrar-se das dependências em relação aos bispos porque sua fundação, então com 70 mil integrantes – na imensa maioria por leigos, homens e mulheres, celibatários ou casados –, tinha pouco a ver com os institutos e as congregações tradicionais.”

Os 70 mil seguidores de 25 anos atrás hoje são aproximadamente 87 mil. Na avaliação de Bedoya, esses números demonstram com sobras a situação especial desfrutada pelo Opus Dei dentro da sempre rígida Igreja Romana. “No último meio século, ninguém se destacou tanto quanto a Obra de Escrivá”, afirma o jornalista. “Não se pode dizer a mesma coisa de outras congregações clássicas, como os jesuítas, que hoje são apenas 19 mil no mundo todo.” Ainda assim, e apesar de estar presente em 64 países, o Opus continua sendo fundamentalmente espanhol. Na Espanha estão concentrados mais de 40% de seus membros. Outros 35% estão na América Latina. A organização também tem seus pés muito bem fincados na África e na Ásia. “Agora o objetivo é a conquista dos ex-países comunistas do Leste Europeu.”

Nesses 25 anos de história, o Opus Dei colecionou críticos. Alguns de seus detratores mais radicais chegam a chamá-lo de “máfia santa”. Outros o acusam de ser “uma Igreja dentro da Igreja”, com poderes excepcionais e muito dinheiro sendo colocado a serviço de um conservadorismo atroz. Em parte, essa fama se deve às estreitas relações que a organização cultivou com o regime fascista do ditador espanhol Francisco Franco, de 1939 a 1975. Josemaría Escrivá, o próprio, ouvia as confissões do “generalíssimo”, como Franco era conhecido, e muitos integrantes ou colaboradores do Opus Dei foram nomeados ministros de Estado enquanto durou a ditadura.

A organização chegou ao Brasil na década de 1950. Instalou-se inicialmente em Marília, no interior de São Paulo, e de lá acabou migrando para a capital, onde hoje mantém centros nos bairros do Pacaembu, de Vila Mariana, de Pinheiros e do Itaim, entre outros. Está presente também nas cidades de Campinas (SP), São José dos Campos (SP), Rio de Janeiro (RJ), Niterói (RJ), Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Curitiba (PR), Londrina (PR) e Porto Alegre (RS). Entre numerários, supernumerários e sacerdotes, estima-se que o Opus tenha cerca de 1 700 integrantes por aqui.

Preeminência

A influência que a “Obra de Deus” exerce sobre o Vaticano pode ser medida pelo processo incrivelmente rápido de canonização de Escrivá – o 2º mais breve na história da Igreja Romana, atrás apenas do de madre Teresa de Calcutá (leia mais nas págs. 36 e 37). De acordo com Juan Bedoya, o papa João Paulo 2º chegou ao cargo protegido e impulsionado, sobretudo pelo Opus Dei. E o atual sumo pontífice também dá sinais de profunda simpatia pela “Obra”. “A organização não gozou de trato especial com os papas Pio 12, João 23 e Paulo 6º, mas foi o movimento predileto do polonês João Paulo 2º, mais conservador que os anteriores”, diz o jornalista espanhol. “Com o papa Bento 16, a organização mantém a preeminência do passado.”

 Opus Dei - Encontrando a Deus no trabalho e na vida cotidiana

O Opus Dei é uma Prelazia pessoal da Igreja Católica que ajuda os cristãos comuns a procurarem a santidade no seu trabalho e nas suas atividades cotidianas.

Opus Dei - O QUE É O OPUS DEI - O opus dei no brasil - Do prelado - Textos

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Opus Dei - O QUE É O OPUS DEI

O Opus Dei é uma instituição da Igreja Católica, fundada por São ...

História - Pessoas do Opus Dei - Lugar na Igreja Católica - Espírito

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Opus Dei – Wikipédia, a enciclopédia livre

A Prelatura da Santa Cruz e Opus Dei (em latim Obra de Deus) é uma instituição hierárquica da Igreja Católica, uma prelazia pessoal, composta por leigos, ...

Fins - História - Governo central - Características

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Links (Ctrl e link) sobre sociedades secretas constantes na Internet, da revista Super Interessante:

Um segredo entre nós - Carta do Editor

Um segredo entre nós - Carta do Editor da Super sobre sociedades secretas

Cultura

Rosacruz: Guardiães do saber oculto

A irmandade mística que pode ter suas raízes no Egito antigo e se espalhou pelo mundo pregando a busca do conhecimento, a tolerância religiosa e a harmonia entre os homens de bem

Mistérios elucidados sobre os maçons

Entramos num templo maçom, bisbilhotamos cada canto e comprovamos: a sociedade secreta já não é tão secreta assim - mas continua uma das mais influentes do mundo

Illuminati: os soldados da Nova Ordem

Os iluminados de idéias radicais que se rebelaram contra a Igreja no século 18 e se misturaram à maçonaria para criar a mais poderosa organização subterrânea que já existiu

História

Yakuza e cia: as máfias de olhos estreitos

De todas as sociedades criminosas espalhadas pelo mundo, as orientais são as mais misteriosas - e certamente estão entre as mais perigosas

Thule: precursora do nazismo

Bem antes de Adolf Hitler chegar ao poder na Alemanha, uma sociedade secreta já cultuava a suástica e pregava a superioridade da raça ariana

Sociedades secretas: segredo é poder

Sociedades secretas sempre existiram, desde o passado mais remoto. E continuam por aí: no Congresso, na igreja ou na mesquita, na direção de grandes empresas, no crime organizado... Elas estão em toda parte.

Skull and Bones: segredos da tumba

A Skull and Bones - uma irmandade de alunos da Universidade Yale - é a sociedade secreta mais poderosa dos EUA. Já saíram lá de dentro 3 presidentes, além de senadores, congressistas e dirigentes da CIA

Shindo Renmei: Fanáticos e assassinos

Eles se recusaram a acreditar que o Japão tinha perdido a 2ª Guerra. E criaram uma organização clandestina em São Paulo, para matar os integrantes da colônia japonesa que se conformassem com a derrota

Hassan bin Sabbah: o primeiro terrorista islâmico

Muito antes de Osama Bin Laden, outro maluco já matava qualquer um que se opusesse ao islã: Hassan Bin Sabbah e os Assassinos. Com a Morte de Osama não se pense que cessarão os atos de terrorismo, mas a eliminação demorou.

Fascismo americano: por dentro da Klu Klux Klan

A sociedade secreta nascida para matar negros, no final do século 19, continua viva, perfeitamente adaptada ao mundo de hoje.

Curioso que existe uma KKK composta de homens negros.

Bilderberg: eles querem você!

Gente rica e poderosa pode estar tentando manipular secretamente a sua vida, para ficar ainda mais rica e poderosa. São os integrantes de organizações como o Bilderberg e o Conselho de Relações Internacionais

Religião

Templários: a irmandade de Cristo

Eles foram os monges prediletos de santos e papas. Mas acabaram acusados de bruxaria e sodomia. Conheça os Cavaleiros do Templo, a sociedade secreta mais badalada e poderosa da Idade Média

Opus Dei: o exército do papa

Ela é acusada de ultraconservadora, totalitária e conspiradora.

Cátaros: Hereges, graças a Deus

Eles queimaram na fogueira porque repudiaram a Igreja, desafiaram o papa e fundaram um catolicismo alternativo em plena Idade Média

 

TULIO LUIGI FARINI é Sereníssimo Grão-Mestre do GOMB, Grande Oriente Maçônico do Brasil que mantém tratado de reconhecimento e amizade com a GLOMEB.



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HOMEM INVADE ESCOLA E PRATICA CRIME CONTRA CRIANÇAS
Treze pessoas morreram e outras 12 ficaram feridas na manhã desta quinta-feira (7) na Escola Municipal Tasso da Silveira, no bairro de Realengo, zona oeste do Rio de Janeiro. A informação foi confirmada pela Secretaria de Saúde do Estado do Rio de Janeiro. De acordo com a Polícia Militar, o ex-estudante da instituição Wellington Menezes de Oliveira, de 24 anos, invadiu o local por volta das 8h e disparou contra alunos.

Comentários do Grão-Mestre: A nossa sociedade está cada vez mais violenta, isso é uma realidade. Não vamos discutir neste comentário da notícia da semana os pontos fortes ou fracos da segurança pública no Rio de Janeiro ou em qualquer outro Estado brasileiro, o que nos importa, aqui e agora, é o fato de que o personagem principal desta tragédia, era um jovem, ex-aluno da escola, possivelmente com algum distúrbio psiquiátrico e que havia participado de algumas reuniões de um grupo de muçulmanos, do qual, pelo que nos parece, teria sido expulso por ser incompatível com os postulados do Islamismo. Este é o fato principal, no nosso modo de ver, pois surgiram alguma pessoas, com influência na imprensa, e portanto com poder de "formação de opinião" e que estão, de forma incorreta e leviana, divulgando uma parte da notícia que não deveria ter ganhado nenhum destaque, ou seja, o fato de que o jovem criminoso seria da fé Islâmica, o que necessariamente não é verdade. Quantos criminosos são cristãos? Dentre esses, quanto frequentam igrejas evangélicas e quantos pertencem a igreja católica? Quantos são espíritas? E dentre os espíritas quantos frequentam a umbanda e quantos são do candomblé? Quantos são são kardecistas? Seria interessante que fosse realizada uma pesquisa para descobrirmos esses números e dai poderíamos dizer que o crime foi cometido por um católico, budista, espírita, protestante, pentecostal, muçulmano etc. Será que o fato do jovem Wellington Menezes de Oliveira ter lido por um curto espaço de tempo o ALCORÃO ou CORÃO realmente teria feito dele um criminoso? E antes de ler o Corão, será que ele teria estudado a Bíblia Sagrada? Será que leu o Bagavaguita ou o Talmude? Teria estuda o "Livro dos Espíritos" de Allan Kardec? Então se todas essas variantes são plausíveis, por que acusá-lo de MUÇULMANO, como se essa característica religiosa fosse o fator preponderante para o cometimento do crime? Este texto não é apenas para refletirmos sobre o crime em si, sobre as crianças que perderam a vida de uma maneira bestial, ou sobre a falta de segurança na qual vivemos em todo o Brasil, e nem mesmo pararmos para pensar o que está acontecendo com o ensino público no país, essas questões são importantes, mas o núcleo da reflexão que exortamos aqui é sobre a intolerância demonstrada por essas pessoas que procuram particularidades nos criminosos, tornando essas particularidades mais importantes do que o fato em si. A intransigência na aceitação de que somos todos iguais em direitos e deveres, que a saída para a sociedade do terceiro milênio é a convivência pacífica entre todos os seres humanos, independente da língua que falam, da religião que professam, da filosofia que praticam e da orientação sexual que cada um segue. Na posição de Grão-Mestre da Maçonaria Egípcia, não poderia deixar de me manifestar neste episódio trágico que abalou não só o Rio de Janeiro bem como todo o Brasil, com destaque no exterior ocupando espaço nos melhores jornais, telejornais e blogs de noticia de todos os países. Manifesto-me contrário a todo ato criminoso, mas principalmente em defesa da liberdade de religião de cada ser humano, não é um manifesto em defesa apenas dos Muçulmanos, ainda que seja um admirador do Islamismo (assim como admiro outras religiões e filosofias), mas é uma defesa ao direito de liberdade de todo cidadão de bem, principalmente me coloco frontalmente contrário a qualquer comentário que possa excitar a animosidade entre as pessoas. Acredito que esses articulistas que destacaram a religião do criminoso como ponto fundamental para o cometimento do crime, deverão repensar se a atitude deles está colaborando para um mundo mais feliz, ou ao contrário, se colabora para que as pessoas se odeiem cada vez mais. Tenho dito. (Helio Antonio da Silva é advogado, livre filósofo, Grão-Mestre da Maçonaria Egípcia GLOMEB e Soberano Grande Comendador do Supremo Conselho do Grau 33º.)

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MAÇONARIA MISTA, UMA NECESSIDADE SOCIAL!

 

Nós, fazemos a diferença , Sim.

(Nota do Grão-Mestre  da Maçonaria Egípcia sobre a situação das Lojas Masculinas e Femininas e sobre os membros que não aceitam a associação como uma entidade mista. Este texto serviu como base para a alteração da Constituição Federal da GLOMEB através de Emenda-Constitucional 001 de  24 de outubro de 2010)

            “O que me preocupa não é o grito dos maus, mas sim o silêncio dos bons” (Martim Luther King)

            Vivemos em um mundo, onde  atualmente, as pessoas se fecham cada vez mais em suas casas, sem que essas casas realmente sejam “lares”; prendem-se mais a internet e seus atrativos do que na conversa com outros seres humanos e, quando pensam que se interessam por outros seres humanos, em verdade nem os conhece direito, pois são contatos virtuais, pessoas as quais não sabemos a aparência, o sexo, a idade e nem a ideologia, fantoches que se fazem passar por pessoas de carne e osso apenas para atrair nossa atenção, uma vez que, ainda, o ser humano se espanta mais com o ser humano do que qualquer outra coisa.

            Nesse mundo agitado, de infinita relações virtuais, de responsabilidades que podem ser rompidas através de um simples “click” do mouse ou ainda por um “delete”, bem como pelo mero bloqueio daquele ao qual não mais queremos ver em nossa tela do notebook ou PC, destaca-se de forma pejorativa o isolamento social disfarçado sobre o nome de “redes sociais” que na verdade nada mais são do que ferramentas para o domínio da máquina sobre o homem.

            É justamente neste contexto social, onde o mundo se divide entre o e-mail e o fax, o cd e o vinil, a televisão e o computador, o livro e o e-book, que  (re) surge a Maçonaria Universal da qual a GLOMEB é uma das atuais e possivelmente a maior representante do verdadeiro espírito maçom, com a incumbência de criar o espaço ideal para a confraternização dos seus membros, um espaço virtual porem humanizado  através da interação dos seus associados que se valem de outras ferramentas de aproximação, principalmente a possibilidade das reuniões em espaço físico, ainda que em menor número do que as reuniões virtuais, que têm a seu favor o fator comodidade (tempo de deslocamento, convívio com a família, segurança, participação à distância garantindo a presença de todos, acesso aos profissionais que devido a suas ocupações não podem participar de uma loja física semanalmente e outras comodidades).

            Somos oposição a ultrapassada maçonaria de poucos, da maçonaria da elite, daqueles que se sobrepõe aos outros pelo valor do seu contra-cheque ou pelos títulos que possuem.

            Somos antagônicos aos “palácios maçônicos”  de milhões de reais, cuja finalidade é apenas a ostentação aparente que agride uma sociedade já tão esbulhada em seus direitos e principalmente afastada dos bens de consumo por uma máquina extremamente capitalista e nada solidária, da qual aquele tipo de maçonaria se tornou ícone, justamente devido a sua opulência desnecessária, inconveniente e desproporcional a realidade na qual vivemos e muitas vezes da localidade onde esses tais “palácios”  se levantam em total afronta a população local.

            Não concebemos a idéia de uma loja maçônica onde os valores da construção interna (corrimão da escada folhado a ouro, degraus em mármore carrara, Trono de Salomão importado, sede administrativa disputando lugar com os edifícios do Poder Público Federal, tanto em suntuosidade quanto em desperdício e ociosidade, apenas por ostentação gratuita).

            Somos a contrariedade viva, ambulante e pungente aos maçons que até agora dominaram esse tipo de associação, que deveria ser de pessoas justas mas que foi invadida pelos mais estranhos sujeitos da nossa sociedade, os quais buscaram na Maçonaria apenas o conforto próprio e a idolatria  da formalidade e exuberância como forma de demonstrar seu poder e autoridade, colocando-os acima da sociedade onde foram gerados.

            Somos, da mesma forma, totalmente contrários à posturas radicais de exclusão que se impõem (ou querem se impor) frente aos avanços sociais igualitários que colocam todos no mesmo patamar e expressam o verdadeiro entendimento do que é Liberdade, Igualdade e Fraternidade.

            Não podemos compactuar, de forma alguma, com uma maçonaria discriminatória, que impede o acesso de mulheres bem como  de  classes minoritárias ou marginalizadas socialmente, aos seus quadros, alegando simplesmente uma “fonte ritualística” fraudada ou – no mínimo – má interpretada, para não dizer “arbitrariamente interpretada de forma distorcida”.

            A Maçonaria Egipcia – GLOMEB  - tem em seus registros e estudos, ligados originariamente ás fontes ritualísticas e sacerdotais, anotados todo o corolário de desenvolvimento da maçonaria e neles não há, ou pelo menos nunca houve, até o ano de 1717 (suposta data de fundação da maçonaria, com o advento da Grande Loja Inglesa) nenhuma distinção entre homes e mulheres nos quadros das filosofias esotéricas, aqui incluindo-se a Maçonaria.

            A distinção entre sexos dentro da maçonaria foi uma invenção moderna, unicamente para transformar as Lojas em clubes masculinos, tornando o espaço privativo de algozes retrógados que não admitem o avanço das relações sociais entre as pessoas e na igualdade de todos os membros da sociedade como o principal instrumento de unificação dos povos e fortalecimento das comunidades.

            De um lado temos o avanço tecnológico que possibilita às pessoas terem um mundo – ainda que fantasioso – dentro de suas casas e ao alcance de um modem,  e do outro temos uma Maçonaria que se mantém estabelecida através de falsos padrões ritualísticos manipulados ao bel prazer de dementes soberanos, que mais se assemelham a débeis tiranos do que verdadeiros líderes.                     

            Os membros dessas associações maçônicas estão velhos  e ultrapassados, recusam-se a aceitar esse fato inexorável que é o tempo e igualmente se recusam a aceitar que a captação de uma força jovem é inerente à continuidade da associação. Quando me refiro ao “velho” não o faço de forma pejorativa, pois envelhecer é da característica humana, o que é pejorativo  é o adjetivo “ultrapassado” que empresto a essa categoria de pessoas. Envelhecer com sabedoria, ao contrário disso tudo, é uma dádiva a qual parece faltar a esses nossos líderes sociais e associativos. A pior herança que esses maçons velhos estão deixando aos “cegos jovens” que os acompanham é justamente a separação entre homens e mulheres e o critério de discriminação inaceitável praticado por essas potencias.

            Sem uma política de atração aos jovens e às mulheres, mantendo as chamadas “minorias” afastadas das associações, insistindo que os clubes e associações continuem pertencendo apenas à elite, esses grupamentos, dentre os quais destaco a Maçonaria, estão com seus dias contatos e devem isso totalmente a atual gestão que se acomoda em ver seus membros saindo pela porta do fundo sem ter uma estratégia de incentivo para mantê-los fieis aos ideais que os atraíram  ou que deveria tê-los atraído, pois muitos, ingressam nessas associações sem o menor conhecimento dos objetivos do grupo, apenas pela nomenclatura de um nome imponente ou para, meramente, utilizar um símbolo, uma insígnia ou um botão (boton).

            Focando principalmente na Maçonaria, temos diante de nós uma situação insustentável que é  exclusividade de homens e pessoas sem “defeito físico” (necessidades especiais), deixando-se de lado a apreciação que seria mais importante, ou seja, a “perfeição de coração e de alma” essa que nos foge a avaliação documental e que se expressa pelas atitudes e atividades de cada um, bem como se percebe “olho-no-olho”. Ao prosseguir com esses critérios de exclusão, a Maçonaria colocar-se-á em pouco tempo na condição de “associação indesejável” para a qual guinarão apenas os incautos desejosos de uma ascensão social perante seu rol de amigos ou desafetos, na esperança que o nome Maçonaria possa lhes servir em algo ou lhes dê alguma vantagem, de preferência ilícita, isso motivados pelos exemplos recentes (passado próximo) e atuais.

            Finalizando, a Maçonaria Egípcia do Rito Árabe – GLOMEB – Grande Loja Regular e Simbólica da Maçonaria Egípcia no Brasil, reafirma o seu repúdio aos velhos conceitos da associação maçônica unicamente masculina e de homens perfeitos fisicamente, assume publicamente e cada vez mais a sua ideologia da abertura dos seus quadros de associados para todos os interessados, independente de sexo, orientação sexual,  idade, cor, religião e ideologia política ou filosófica, mediante a comprovação de uma ocupação lícita e um  passado idôneo, aliados à vontade e demonstração de atividades sociais que comprovem ser o candidato um idealista e um partidário da fraternidade sem fronteiras, como requisitos básicos para a vida do maçom.

            Entendemos, que os nossos associados devam seguir esse mesmo tipo de compromisso,  lutando pela igualdade das pessoas em detrimento a exclusão por qualquer argumento que por melhor que seja não será tão forte quanto o nosso lema de Igualdade, Liberdade e Fraternidade. Acreditamos, firmemente, que nossos associados, principalmente os jovens, que demonstrem tendências separatistas entre homens e mulheres ou ainda a exclusão de pessoas com necessidades especiais, precisam – urgentemente -  refletir melhor sobre as características da nossa associação e decidirem-se  pela sua manutenção em nosso meio ou a saída dessas fileiras por total incompatibilidade com os nossos objetivos. Aqueles membros que se sentem humilhados ou ultrajados por maçons de outras potências pelo fato de sermos uma potência mista, definitivamente não reúnem condições básicas de pertencerem à GLOMEB, portanto devem se juntar aos seus carrascos, com os quais demonstram maior afinidade de interesse.

            Definimos como  “Lojas da GLOMEB” exclusivamente aquelas originarias ou regularizadas que aceitam em seus quadros homens e mulheres,  classificamos ainda, segundo a Nova Constituição  e Regulamento Geral, outras Lojas as quais podem escolher entre mista, masculina ou feminina. A GLOMEB, enquanto potência, é uma instituição mista e assim permanecerá; As Lojas tem autonomia para decidirem quanto a frequência de homens ou mulheres.

            Ao expressar estas idéias, o Sereníssimo Grão-Mestre, ao final assinado, acredita ter colocado fim, definitivamente, a essa corrente separatista que estava nascendo em nosso meio e que, portanto, aqui não irá se criar, deixando claro a posição oficial da GLOMEB quanto a este tema e permitindo o afastamento dos insatisfeitos evitando que a permanência dos mesmos seja um instrumento de insatisfação e instabilidade dentro das nossas Colunas.

            Oriente de São Jose do Rio Preto, 24 de outubro de 2010. (Reeditado para adaptação do texto em 30 de março de 2011)

 

            (assinatura e carimbo apenas no documento original)

                   HELIO ANTONIO DA SILVA – SERENÍSSIMO

                                  GRÃO MESTRE DA GLOMEB

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MAÇONARIA MISTA NO BRASIL

PAZ PROFUNDA À TODOS, em relação ao assunto "Maçonaria Mista em São José do Rio Preto" temos a GLOMEB que segue o Rito ARABE e o REAA de 1804, composta por valorosos irmãos e valorosas irmãs, destaca-se pelos seus métodos atuais de reunião on line para os grupos de estudos utilizando as ferramentas de ponta da internete  e reuniões presenciais para as Lojas Ritualísticas, , possibilita que os membros do Brasil todo participem ativamente dos trabalhos da Loja. O fato de sermos uma potência mista muito nos orgulha e é cláusula pétrea (imutável) em nossa Constituição. Além do Oriente de São Jose do Rio Preto no qual se localiza nossa Sede Federal, temos Lojas instaladas no Rio de Janeiro e Santa Catarina; lojas que estão em processo de instalação: São Paulo/Capital, Rio Pardo/RS, Marabá/PA, Belo Horizonte/MG e Uberaba/MG, Curitiba/PR.  Acreditamos que o movimento de maçons mais inteligentes que possibilitou a implantação das Lojas Mistas no mundo todo, certamente vingará no Brasil, pois não é um luxo, uma discrepância ou anormalidade, antes é uma necessidade da sociedade moderna e a maçonaria nada mais é do que a expressão da melhor parte da sociedade reunida em Loja. Esses irmãos, como exemplo aquele que respondeu a questão da nossa Irmã Valéria (questionamento datado anterior a iniciação dela), que demonstram uma mente retrógrada e são recalcitrantes em aceitar o fato de que "tradição não é sinônimo de ultrapassado" bem como não percebem que nossa origem no Egito Antigo nos remete - obrigatoriamente - à reverência da Trindade Osíris, Isis e Horus, onde encontramos a expressão da Mulher Isis como responsável pela recomposição do corpo de Osíris e ao mesmo tempo a maternidade de Horus, colocando-se como "elo de ligação" entre o carnal e o divino, parte essencial no processo de criação e perpetuação da espécie humana através do maior, mais importante e mais antigo RITUAL que é a conjunção sexual entre os seres com a finalidade da concepção de um novo ser e assim infinitamente (crescei-vos e multiplicai-vos). Não reconhecemos, por força da nossa Constituição, a GLUI - Grande Loja Unida da Inglaterra e qualquer outro Grande Oriente como potência reguladora da maçonaria e não atribuímos a nenhuma delas o poder de ditar regras para aferir ou conferir qual maçom ou qual maçonaria é regular ou irregular, isso não existe, essa tal regularidade que se divulga hoje em dia é um artefato capitalista para manter o poder econômico dos líderes dessas potências que tentam subjugar as demais em benefício único, exclusivo e próprio em detrimento aos direitos dos outros maçons. Nós, da GLOMEB, respeitamos todos os irmãos maçons, principalmente aqueles que por motivo de sua tradição não aceitam em suas lojas a participação de mulheres; nós discordamos frontalmente daqueles que, além de não aceitarem, se expressam de forma injuriosa quanto às demais potências, ou seja, defendemos o direito deles em se expressar, porem não concordamos e não podemos nos calar diante desses argumentos. Em nosso site www.glomeb.com.br  temos todas as ferramentas necessárias para que o interessado conheça um pouco mais sobre a Maçonaria Egípcia que praticamos, dispomos de uma ficha de inscrição on line e não vemos nada de errado nisso, pois facilita a vida do candidato, em nossa sessão de dúvidas esclarecemos sobre os valores de contribuição mensal bem como destacamos o fato de não cobrarmos jóias para a iniciação e que o candidato deverá efetuar a doação de uma cesta básica de alimentos para uma instituição de caridade, agindo assim, esclarecendo o interessado, acreditamos que somos transparentes quanto a nossa associação, sem deixarmos dúvidas. Aliás, essa exposição através da internet é prática comum em outras Grandes Lojas e Grandes Orientes no Brasil, alguns possuem até emissora de TV e canal de rádio para exibição dos seus programas, uma iniciativa a que reputamos de extremamente louvável e de vanguarda, necessária à expansão do movimento da Maçonaria no Brasil. Acreditamos que potências como a GLOMEB e a GLADA, além de outras mistas, são o futuro da maçonaria,e em nossa opinião, o futuro já chegou. Por isso, meu irmão retrógrado, não importa se você tem 30 anos de maçonaria, se é grau 33 e M.I.  apresse-se, você já está ultrapassado.  Finalmente, deixo aqui meu apoio para as Irmãs valoras da GLOMEB e de outras potências que estão desbravando este caminho para que outras mulheres  tenham seus direitos garantidos em todas as associações  do Brasil, as quais,  por Lei, não podem e não devem fazer distinção entre homens e mulheres nos seus quadros associativos, aliás, já passou da hora das mulheres ajuizarem uma ação competente para garantir seu direito de ingressarem na Maçonaria, seja na Grande Loja ou no Grande Oriente, está ai um outro tema interessante para este fórum, que propomos desde já para discução.

HELIO A. SILVA é Grau 33, com o título de Sereníssimo Grão-Mestre Geral conferido em 06 de julho de 2010 no Cairo, na República Árabe  do Egito, ratificado pela Assembleía Geral dos Associados Fundadores da GLOMEB.







 

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